As crianças precisam saber: morte é um fenômeno da vida

Conversar sobre morte com crianças assusta muita gente. Ideias supersticiosas, lembranças dolorosas e mesmo a incerteza do que acontece depois dela são obstáculos que impede muitos adultos de falar francamente sobre este certeiro fenômeno da vida que desperta tanta curiosidade nas crianças.  O que é morte e morrer, por que e como se morre, quem morrerá primeiro em seu meio, são algumas das questões que começam a surgir por volta dos 35 anos, período em que a criança também se interessa em saber sobre a origem da vida, portanto, a origem dos bebês. Não é à toa: vida e morte fazem parte da mesma moeda.

Como nas respostas sobre a origem da vida, devemos responder as perguntas sobre morte de maneira clara e objetiva. Vale a regra de responder apenas o que a criança perguntou, sem a necessidade de aprofundar o assunto. Conforme ela elabora o que compreende, ou fica em dúvida, outras perguntas vão surgindo.

Quando vivíamos rodeados pela natureza, tais perguntas eram respondidas pela observação de fenômenos do dia a dia, como no nascimento e morte de plantas e animais.  Os rituais de passagem vida-morte estavam também mais próximos, como era o caso dos velórios que ocorriam dentro da casa do falecido. Atualmente, o avanço da ciência tem salvado e prolongado muitas vidas, mas, ao mesmo tempo, a violência urbana não nos deixa silenciar a existência da morte. Ela está escancarada nas telas, lembrando-nos que é impossível evitar o tema com as crianças.

Não é preciso esperar que a criança perca alguém próximo para falar sobre a morte. Pelo contrário: qualquer pequeno evento cotidiano pode introduzir o assunto, como a poda de uma árvore ou uma barata esmagada num canto da cozinha. Da mesma forma, a literatura infantil tem excelentes livros que abordam o tema de maneira gostosa e às vezes muito divertida. O importante é que se crie entre o adulto e a criança espaço de conversa sobre o assunto.

Poder falar sobre a morte não minimiza o sofrimento de ninguém quando somos surpreendidos pela perda de alguém querido. No entanto, se desde cedo inauguramos a possibilidade de conversa sobre o tema, a criança (e mesmo o adulto) se vê, diante de uma perda, mais autorizada a falar sobre o que sente, pensa, tem dúvida, medo e vontade.

Embora as dúvidas infantis devam ser esclarecidas com a verdade, no que se refere à morte é preciso deixar uma brecha para a imaginação que conforta. É fato que nunca mais veremos uma pessoa que morre, mas a ideia de nunca é muito dura, especialmente para as crianças pequenas. Por isso, a verdade pode, de acordo com a crença de cada família, se amparar às estrelinhas no céu, ao reencontro no pós-morte, aos anjinhos que nos acompanham, como se mesmo diante da ruptura houvesse alguma possibilidade de encontro ou reencontro. Possibilidades de manter vivo na memória aquele que tanto amávamos.

Como nós, a criança tem o direito à verdade, mas também o direito de construir sua própria verdade, aquela que lhe faz mais sentido e traz mais conforto. Por isso, um pouquinho de fantasia pode ajudar muito a compreender este fenômeno envolto por dúvidas e sentimentos intensos.

Será que o que meu filho tem é realmente hiperatividade?

Muitas questões de ordem neurológica, cognitivas e/ou psicológicas apresentadas pelas crianças são difíceis de serem mensuradas e exigem um diagnóstico diferencial e multidisciplinar. O Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade (TDAH) é uma delas.

Emprestada da medicina para o senso comum, a sigla TDAH virou sinônimo de agitação, falta de atenção e ansiedade generalizada. Poucos são os casos em que ocorre uma investigação detalhada dos sintomas e sua origem. Como resultado, temos assistido à rotulação diagnóstica e ao uso abusivo de medicação, expondo a criança a situações vulneráveis, como ser tachada de “difícil e inadequada” em seu convívio social, podendo inclusive sofrer discriminação, ou se tornar apática pela ingestão do metilfenidato (Ritalina® e Concerta®).

Criança “hiperativa” é, no meu entender, aquela que apresenta atividade corporal e mental intensa e, consequentemente, agitação física e emocional. Com isso, pode demonstrar certa impulsividade, agressividade, desobediência, malcriações, falta de atenção, concentração e desorganização tempo-espacial – comportamentos que não indicam, necessariamente, a presença de um transtorno psíquico como o TDAH.

Há vários motivos, e de ordens diversas, que devem ser levados em consideração frente a uma criança com comportamentos “hiperativos”, uma vez que estes estão sempre relacionados a um sintoma, seja ele físico (neurológico/cognitivo), social (ambiente) ou emocional. Devo ressaltar que todo comportamento manifestado por uma determinada criança tem um sentido único e precisa ser olhado dentro de cada dinâmica individual.

Em consultório, as primeiras perguntas que faço (e acredito que todos possam fazer como forma de reflexão e busca de entendimento) quando estou diante de uma criança é: O que esta criança está querendo dizer com tais comportamentos? Que dificuldade ou sentimentos ela está expressando através deles? Estes comportamentos estão relacionados à que ou a quem?

As excitações físicas e mentais podem ser decorrentes de questões emocionais intensas, sentimentos agudos de angústias, medos e pensamentos vividos de forma pontual ou recorrente, que transbordam através de comportamentos que ganharam o codinome de “hiperativos”. Vale lembrar que tais comportamentos podem revelar um sintoma que não é só da criança, mas de seu meio. Ou seja, as crianças demonstram através de seus comportamentos que há coisas que não vão bem em seu ambiente e relacionamentos, principalmente familiar e/ou escolar.

Vejamos alguns exemplos. A falta de atenção de uma criança em sala de aula pode ter vários significados: desmotivação, dificuldade de adaptação com método, professores e rotina de estudo, o que a faz conversar mais, levantar-se da cadeira e, consequentemente, apresentar baixo desempenho escolar (notas e comportamento). Da mesma forma, podemos pensar no excesso de atividades, que leva ao cansaço da criança e consequentemente, à falta de atenção. Quem nunca viu uma criança ficar agitada quando cansada? Ou, pais cansados, que precisam de tranquilidade, encararem seus filhos como “hiperativos”? Em casa, filhos ativos demais – e não hiperativos – chamam atenção, perturbam e atrapalham quando exigem dos pais uma disponibilidade física e emocional que eles, muitas vezes, não têm para se dedicar aos filhos. Entram, então, castigos, punições, formas de violências, que ao invés de minimizar a agitação da criança, só a aumenta. A inquietação e a irritabilidade incomodam à criança, que não consegue verbalizar o que sente, e àqueles que estão a sua volta, provocando conflitos muitas vezes desnecessários.

Com os sintomas erroneamente denominados “hiperatividade”, a criança tenta comunicar ou denunciar algo que a família, e até mesmo a escola, não consegue nomear ou entender. Por isso, diante de situações de falta de atenção e “hiperatividade” é importante “vasculhar” o que acontece com a criança, seu ambiente social (familiar e escolar) e seus relacionamentos interpessoais, pois ela pode estar manifestando algo que vai além de uma agitação interna e/ou externa.

Portanto, costumo dizer que, sem uma boa investigação multidisciplinar, com estudo de caso integrando informações e entendendo cada criança, sua dinâmica e seu ambiente, corre-se o risco de um diagnóstico precipitado, impreciso e prejudicial à criança. Por isto, antes de criticá-la por seus comportamentos ou tachá-la de hiperativa ou pouco atenta, é fundamental identificar o que se passa com a criança. Silenciar um comportamento pode até trazer resultados no curto prazo. No entanto, no médio e longo prazo, a criança encontrará outra forma de comunicar o que não vai vem, criando novos sintomas expressos em comportamentos nem sempre mais aceitáveis no meio familiar e social.

Brinquedos e brincadeiras para bebês de 0 a 3 meses

Quando falamos em brinquedos e brincadeiras para bebês precisamos levar em consideração seu estágio de desenvolvimento, o qual pode variar de bebê para bebê. Neste texto, tomo como referência o desenvolvimento da maioria dos bebês nascidos a termo.

Primeiro mês de vida: a brincadeira é o olho no olho

A visão do recém-nascido não alcança mais do que 30 cm e é pouco focada – ele olha para um lado e outro, sem fixar o olhar em um objeto. Por isso, seu melhor brinquedo é o rosto da mãe ou de quem exerce seus cuidados.

Levantar a sobrancelha, abrir e fechar a boca, mostrar a língua, fazer bicos com os lábios, piscar um dos olhos, falar em tom rítmico e de modo mais exagerado para o bebê são formas de brincar com ele. Mesmo que o tempo do brincar dure poucos minutos, ele pode acontecer na troca das fraldas, no banho, quando o bebê está deitado, mas desperto, ou mesmo no colo. O importante é que o bebê mostre-se disposto ao que está sendo proposto e não irritadiço.

Segundo mês de vida: incremento dos jogos faciais e a descoberta das mãos

A partir do segundo mês o bebê consegue focar mais a visão, ganhando um olhar mais aprimorado, demorado e cuidadoso. Interessado pelas faces e suas variações (ele reconhece, além do rosto da mãe, o rosto de outras pessoas familiares, como o pai), os jogos faciais se incrementam: se lhe é dado tempo para responder ao estímulo apresentado, como mostrar a língua, o bebê acaba imitando a expressão que ele observa – neste exemplo, mostra a própria língua. Para isso é essencial assegurar-lhe um tempo de observação e de resposta.

Da mesma forma que nos colocamos como imagem para o bebê, é importante que façamos para ele o papel de espelho, imitando suas expressões. Se ele sorri, devemos sorrir. Se ele boceja, bocejamos. Se ele emite um som, repetimos o som. Mostrar o bebê no espelho é mais um jogo que envolve o olhar. Mesmo que ele ainda não saiba que aquele bebê da imagem é ele, o que está em questão é a percepção/estimulação visual e a brincadeira.

Neste mesmo período, os olhos e a cabeça do bebê movem-se juntos na direção do objeto. Colocá-lo de bruços com dois objetos à sua frente (distantes entre si entre 30-35 cm) ou fazer movimento pendular com um objeto na frente do rosto do bebê (também mantendo certa distância dos olhos), leva-o a buscar tais objetos de um lado a outro. A brincadeira de pêndulo (ou movimento 180°) pode ser feita com um objeto que tenha som suave, como um chocalho.

O bebê entre 0-3 meses tem preferências: cores contrastantes (claro-escuro) e sons e movimentos rítmicos, com “subidas e descidas”, como o que foi experimentado no útero materno. Os brinquedos, que podem ser qualquer material disponível no ambiente, e brincadeiras devem levar em conta estas características. Balançar um chocalho incessantemente, sem ritmo, pode irritar o bebê.

Permitir ao bebê observar o balanço e a sombra de folhagens, o movimento do ventilador de teto e móbiles é uma ótima opção. Ainda não é hora de apresentar brinquedos com sons altos (se é que esse dia chega!). Em seu lugar, é preferível ouvir músicas em baixo som, com ritmo ascendente e descendente, como as clássicas ou canções de ninar.

Após o nascimento as pernas e braços do bebê encontram-se meio encolhidos e suas mãos fechadas. A partir do segundo mês, a mão fechadinha começa a se abrir e os dedinhos se separam. O bebê pode agarrar involuntariamente um objeto ou segurá-lo quando este é colocado em suas mãos. É o chamado reflexo de segurar. Se colocarmos nosso dedo ou uma argola na palma da mão do bebê ele dobra os dedinhos e segura o objeto. Neste “segurar” ele experimenta de modo bastante sutil diferentes sensações táteis. Quando ele solta o objeto é porque se cansou da brincadeira.

Embora possamos oferecer objetos para o bebê agarrar, o brinquedo mais acessível e, há de se pensar, divertido, nesta nova etapa são suas próprias mãos – o que nos faz lembrar que apesar de muito dependente o bebê já tem alguma autonomia. Conforme as mãozinhas abrem e os dedinhos se unem e se afastam, o bebê descobre, progressivamente, que suas mãos são sobem e descem, vão de um lado a outro, abrem e fecham, vão parar na boca! Além de divertido, chupar os dedos ou os punhos também é fonte de prazer para o bebê.

Terceiro mês de vida: brincar livre e o início da percepção da relação de causa e efeito

A partir do terceiro mês as brincadeiras com as mãos ficam mais intensas, em tempo e movimentos. Embora o bebê não consiga segurar voluntariamente o brinquedo, tudo o que está por perto vira seu alvo, levando o bebê a “bater” ou chutar o brinquedo desejado. Mesmo que o bebê bata ou chute acidentalmente o brinquedo ele percebe que há um movimento. O mesmo acontece quando ele balança um chocalho e escuta um som. O bebê começa a perceber a relação causa-efeito.

Aos três meses pode-se colocar o bebê para brincar livremente no chão. Ele deve ser colocado de costas, com objetos ao seu lado ou pendurados por cima dele. Não há necessidade de uma parafernália grande. Um edredom ou tapete de EVA e dois ou três brinquedos/objetos são suficientes para o bebê explorar o que tem ao seu redor. Os excessos são sempre um risco à superestimulação e, portanto, ao estresse. Paninhos, argolas, potinhos, chocalhos, refletores de imagem e mordedores com texturas diferentes e cores contrastantes são os brinquedos mais indicados para esta faixa etária. Livros com imagens simples, de plástico, tecido ou capa dura, também costumam agradar os bebê, mesmo que a história – ou nomeação de figuras – não chegue ao fim.

Brincar permite ao bebê estabelecer relações afetivas e aprender sobre si e o mundo. Por isso é essencial que nos momentos de interação mãe-bebê ou cuidador-bebê, estes lhe dirijam uma palavra, cantem e nomeiem ao bebê o que ele vê, escuta e, supostamente, sente. Aos poucos, é possível perceber quais são suas preferências e os limites entre a brincadeira gostosa e seu excesso (que leva ao desinteresse, cansaço ou estresse).

Lembre-se: embora exista no mercado uma infinidade de brinquedos destinados a esta faixa etária, o bebê precisa nos momento do brincar de poucos objetos e muito calor humano. O grande jogo é a troca afetiva.

Avós: entre a vovozisse e o exercício da função parental

Em nossa cultura, avós e avôs são figuras simbólicas de carinho, amor, proteção, zelo e paparicos. Quando autorizados a estar juntos de seus netos, e têm disposição física e emocional, estão livres para exercer sua vovozisse, fazendo o que só avó e avô fazem!  Participativos, tornam-se referência, principalmente de sabedoria e experiência, podendo agregar valor único dentro da família e da sociedade como um todo.

Alguns avós são suporte familiar quando chamados por seus filhos, genros ou noras para assumir esporadicamente algumas tarefas pontuais. Aqui, filhos são pais e avós são avós.  No entanto, observamos que existem avós que cumprem, na vida de seus filhos e netos, tarefas que vão além da vovozisse e do apoio eventual. São votoristas e vobabás, responsáveis por levar os netos na escola, acompanhá-los em outras atividades, ficar com eles em casa enquanto os pais trabalham, só para citar algumas atribuições. Mas, será que estes avós cumprem apenas o papel de cuidadores, como se fossem qualquer outra pessoa terceirizada? Em alguns casos sim. Em outros, estes avós que são mais do que avós; são paisvós, e estão à frente da educação dos netos.

É certo que há diferentes razões e fatores, de ordem cultural, social, emocional e familiar, que determinam esta ampliação dos papeis e funções exercidos pelos avós. Aqui, elenco as mais comuns.

Na ausência concreta dos pais (ou de um deles), como ocorre em caso de morte, doença e negligência (de omissões e descuidos básicos à violência de qualquer natureza) alguns avós assumem funções estruturantes na vida dos netos, deixando as vovozisses de lado. Quando muito, estas são sobrepostas às suas tarefas.

Porém, existem situações familiares que, mesmo com os pais presentes, avós acabam se responsabilizando, interferindo e influenciando tanto na vida dos filhos, como na dos netos. Isto ocorre porque, muitos avós veem na relação com seus netos a oportunidade para realizar ou reatualizar a função materna ou paterna exercida (ou não) com seus filhos em tempos anteriores. Além disso, alguns avós, na tentativa de perpetuar seu papel de pais, acabam – mesmo que de maneira inconsciente – não autorizando seus filhos a serem pais, exercendo certo grau de influência e interferência na dinâmica entre pais e filhos. Muitas vezes, isto acontece em famílias onde os filhos não tiveram condições emocionais de elaborar o luto de ser filhinho, apresentando dificuldade em assumir seu papel parental. Logo, delegam aos pais-avôs a educação e o cuidado para com as crianças, impedindo, assim, o nascimento dos avós enquanto avós e dos pais enquanto pais. A convivência e os relacionamentos ficam indiscriminados, sendo algumas vezes difícil de identificar as responsabilidades que pais e avós exercem na vida das crianças.

Mesmo que existam diversas demandas para os avós, a participação deles na vida dos netos é marcada pela organização e história de cada família, independente de condições sociais, financeiras ou ausência afetiva dos pais. O papel dos avós sempre perpassa pela relação deles com seus filhos e é esta relação que definirá o modo como avós e netos se conectam.

Avós e netos têm direito de convivência e, por conta das dinâmicas familiares, não podem se privar das tão importantes vovozisses, que recheiam a vida de ensinamentos e afetos, contribuindo para a formação integral da criança e, até mesmo, para a jovialidade dos avós, sejam eles de sangue ou não.

Grupo de casais grávidos

A gravidez é um momento na vida da mulher – e do homem também – no qual ambos experimentam uma variedade de sentimentos ambivalentes, indo dos mais agradáveis e surpreendentemente prazerosos até os mais bizarros e angustiantes.

Dúvidas, incertezas e desafios surgem dia após dia. Será que o que é vivo é normal? O que fazer com tanta mudança? Se agora está assim, como será depois? E se… Ouvi dizer que…

A cabeça dos grávidos não vem com botão off para desligar! E ainda parece uma esponjinha que capta tudo que acontece a sua volta. Então, o que fazer com isto tudo + todas as outras coisas que envolvem este momento da vida: família, trabalho, casa, corpo, enxoval, maternidade, parto, puerpério, amamentação, cuidados com o bebê, cachorro, finanças, gente para ajudar?

Falar, rir, chorar, perguntar, se questionar, planejar, encarar o previsto e o imprevisto!

O Grupo de Casais Grávidos do Núcleo Cuidar é um grupo aberto, em que os participantes vão chegando e saindo conforme a “boa hora” se aproxima.  Mais do que um espaço de informação, reflexão e troca de experiência, o grupo é uma oportunidade para que as vivências da gravidez e do que está por vir ganhem significado que vão além do reducionista “isso é coisa de grávida(o)!” ou “é assim mesmo”.

Vivenciar a gravidez de forma não aprisionada é essencial para que os futuros pais sintam-se mais seguros e confiantes para cuidar de si e de seu(s) bebê(s).

Venha fazer parte desse grupo! Vagas limitadas.

Consulte aqui os temas de cada encontro.

Coordenação: Beatriz Kesselring (enfermeira obstetra) e Patrícia L. Paione Grinfeld (psicóloga).

Quando? Todas as quartas-feiras, das 13:15 às 14:45 horas.

Onde? No Núcleo Cuidar Beatriz Kesselring.

Núcleo Cuidar

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