Grupo de pós-parto

A chegada de um bebê – gestado ou adotado – é sempre acompanhada de intensas e profundas mudanças na vida da mulher, do homem e do casal. No encontro com o bebê, cada um reencontra-se com o bebê que foi um dia. Com isso, além dos desafios de atender às demandas do novo serzinho, aprender a se relacionar com ele e rever o papel de cada um na família e em seus grupos sociais, a mãe e o pai se deparam com uma variedade de sentimentos, nem sempre fáceis de compreender e lidar. Como resultado, acabam sentindo-se muito sozinhos, angustiados, ansiosos, culpados, excluídos e com medos que parecem infundados para quem está ao seu redor.

O grupo de pós-parto tem por objetivo acolher a mulher-mãe e o homem-pai sem julgamentos e preconceitos, oferecendo-lhes a oportunidade de refletir e elaborar suas questões através da livre expressão e da troca de experiências e vivências com outras mães e pais com filhos entre 0-12 meses. Através do apoio emocional oferecido pelo grupo, os participantes têm a oportunidade de também rever seus valores e ideais, o que contribui para que encontrem seu próprio jeito de ser mãe e ser pai.

Os temas abordados no grupo são trazidos pelos integrantes, e costumam girar em torno da amamentação, cuidados com o bebê, elaboração do parto, rede de apoio, rotina, conciliação de papeis, planejamento financeiro, sexualidade e vida familiar.

Dependendo das necessidades do grupo, ele pode contar com a participação de um profissional especialista na área do tema de interesse.

Os bebês são muito bem vindos!

Coordenação: Patrícia L. Paione Grinfeld e Roberta Alencar (psicólogas)

Quando? Todas as quartas-feiras, das 15:00 às 16:30 horas

Onde? Núcleo Cuidar Beatriz Kesselring

Investimento: R$360,00 por 4 encontros

Inscrições: (11) 3812-9492

Para mais informações, consulte nossa agenda.

Os artigos mais lidos em 2014 no NCS

Neste post, reunimos os artigos publicados em 2014 e mais lidos por nossos leitores.

mais lidos em 2014

1º + lido | Brinquedos e brincadeiras para bebês de 0 a 3 meses

Para o recém-nascido o melhor brinquedo é a troca afetiva que acontece entre ele e seu cuidador. As brincadeiras devem acontecer nos momentos de cuidado com o bebê e envolver o olho no olho. Conforme ele cresce, as brincadeiras vão se aprimorando, conforme descrevemos aqui.

2º + lido Birra dos 2 anos: uma oportunidade de aprendizagem para pais e filhos

As birras infantis são inevitáveis. Elas são a maneira encontrada pelas crianças de fazerem valer seu desejo; portanto, de se diferenciarem do mundo que as cercam. Diante das situações de birra é preciso da dedicação do adulto para tentar compreender o que a criança está querendo comunicar com seu comportamento e, assim, ajudá-la a diferenciar aquilo que é possível ou não dentro do seu desejo.

3º + lido Enxoval de bebê: o que as listas prontas não contam

O enxoval do bebê, além de atender materialmente as necessidades do bebezinho que está por vir, envolve sonhos, desejos e expectativas familiares. No entanto, ele vem sendo marcado pelo excesso e pelo imediato, o que dificulta distinguir o imprescindível do necessário, o necessário do desejo e o desejo do excesso. Neste artigo validamos o quanto um bom enxoval deve ter apenas o essencial para garantir o conforto e a segurança do bebê e de quem dedica seus cuidados a ele.

4º + lido O tênue limite entre conectar-se ao bebê e colar-se nele

O vínculo entre o bebê e seu adulto cuidador (em geral a mãe, mas é preciso lembrar há casos em que ela não está presente ou disponível) é fundamental para seu desenvolvimento emocional, físico, cognitivo e social. Saber os limites entre estar verdadeiramente conectado ao bebê ou nele colado é a reflexão que este texto propõe.

5º + lido Quando a criança precisa de psicoterapia

Toda criança tem preocupações e desconfortos que fazem parte da natureza humana. Algumas se resolvem com a intervenção de uma pessoa próxima capaz de nomear e ajudar a criança a entender e a lidar com o que ela vivencia. Quando é difícil para o adulto fazer esta ponte, a orientação de pais pode ser uma alternativa. No entanto, quando o sofrimento da criança é demasiadamente grande, apenas a intervenção de seus cuidadores pode não ser suficiente para ela compreender o que está vivenciando, necessitando, assim, de psicoterapia. Este artigo traz algumas reflexões sobre como, quando e para que são feitas as indicações de psicoterapia infantil.

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